27 de novembro de 2008

Festa "Escolhe o Teu Som" 25/10/2008 - Discoteca GreenHill

Aqui e Agora SIC

Droga e Toxicodependência Hábitos que podem mudar a vida de consumidores

http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={305A35B0-7CA6-4B19-9AC6-21C5B0B911BA

Alcoólicos são cada vez mais jovens

Os novos alcoólicos têm entre 20 e 30 anos, iniciaram o consumo por volta dos 15 anos e com bebidas muito graduadas (os shots, por exemplo) e quando aparecem nos serviços de saúde à procura de tratamento já têm patologias muito graves.

É o resultado da alteração dos comportamentos sociais e de uma sociedade que continua a ser muito permissiva com o consumo de álcool.

A psiquiatra Célia Franco, do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra, uma unidade que trabalha há 14 anos com este tipo de dependência, explicou ao IOL PortugalDiário que «a dependência ao álcool registou uma mudança de padrão.

Há uma década os alcoólicos dependentes tinham entre 40 e 50 anos e consumiam aguardente, vinho e cerveja.

Hoje estão na casa dos 20/30 anos e o consumo surge muitas vezes associado a cannabis e outras substâncias e tem como objectivo obter um estado alterado de consciência».

Jovens sabem pouco sobre riscos do álcool, mas não admitem

Quando chegam ao Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra, explica Célia Franco, apresentam já várias alterações, como psicoses graves, alterações de personalidade e alterações de comportamento, nomeadamente episódios de violência concretizados em agressões contra terceiros e auto-mutilações.

O tratamento é longo e difícil com todo o tipo de alcoólicos, mas com os mais jovens, adianta aquela especialista ao IOL PortugalDiário, «é ainda mais difícil porque não têm uma vida estruturada e uma personalidade definida, o que provoca graves prejuízos para a sua saúde mental, e porque é mais difícil sair de um grupo onde quem não consome álcool é excluído».

O novo perfil de alcoólico dependente foi traçado durante o segundo dia de trabalhos do IV Congresso Nacional da Psiquiatria, a decorrer no Luso até 28 de Novembro.

Durante a sua comunicação, a psiquiatra Célia Franco salientou ainda que faltam estudos que analisem o impacto desta dependência e de outras, nomeadamente as drogas e o tabagismo, cujos consumos estão associados.

http://diario.iol.pt/sociedade/alcool-alcoolicos-adicao-alcoolismo-dependencias/1017555-4071.html

25 de novembro de 2008

24 de novembro de 2008

20 de novembro de 2008

Instituição tem novo projecto

Cercina quer deter consumo de substâncias sintéticas

Chama-se Recreative Safe Vibe (RSV) e é o novo projecto que a CERCINA - Cooperativa de Ensino e Reabilitação de Crianças Inadaptadas da Nazaré tem em marcha para prevenir e estudar no terreno o consumo de substâncias sintéticas em espaços de diversão do distrito de Leiria.

Para isso, uma equipa de voluntários sai para o terreno, nas noites de sexta-feira e sábado, para distribuir material de prevenção e informação aos frequentadores de diversos bares de Nazaré, Marinha Grande, Leiria, Peniche e Caldas da Rainha.

A iniciativa vai decorrer nos próximos dois anos, contando com a colaboração da gerência e staff dos espaços recreativos onde o projecto vai intervir.Este é um projecto que decorre no âmbito do Programa de Intervenção Focalizada do Instituto da Droga e Toxicodependência e é, para o presidente da CERCINA um grande passo para a Instituição, que “tem vindo a alargar a sua área de intervenção, assumido uma preocupação com a situação social dos jovens.

O RSV vai permitir a investigação numa matéria muito actual que está presente no quotidiano dos jovens”.Já para Susana Henriques, avaliadora externa do projecto, “tem vindo a ser evidenciada a necessidade de conferir mais rigor e intencionalidade nas abordagens e respostas preventivas, com base na evidência científica”.

O RSV é, na opinião da avaliadora, um projecto de grande relevância na área a nível distrital, na medida em que “a investigação tem demonstrado que as intervenções preventivas multi-componentes têm maior probabilidade de produzir mudanças positivas nos grupos-alvo”.

O tratamento da informação recolhida fica à responsabilidade do parceiro da CERCINA no projecto, o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

Os resultados da investigação darão, posteriormente, lugar à criação de material científico para publicações do género.

16 de novembro de 2008

12 de novembro de 2008

Relatório sobre drogas e toxicodependência-SIC

Consumo diminuiu entre reclusos e adolescentes.

O relatório anual do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT) revela que, entre 2001 e 2007, houve um aumento moderado do consumo de substâncias ilegais em Portugal. Apesar disso, ao nível das populações escolar e reclusa a tendência é inversa.

Comparativamente com os outros países europeus, Portugal está entre os países com as menores prevalências de consumo de substâncias ilícitas. A excepção é a heroína que continua a ser a principal droga envolvida nos consumos problemáticos.

No entanto, o consumo endovenoso tem vindo a diminuir, sobretudo entre os reclusos, entre 2001 e 2007.

Aumento do recurso aos tratamentos

O número de toxicodependentes que recorreu a uma primeira consulta para deixar de consumir drogas aumentou 8% no ano passado. O relatório indica também que o número total de utentes dos serviços de tratamento sem internamento (ambulatório) manteve a tendência de crescimento, subindo 6% relativamente ao ano anterior.

"A heroína continua a ser a substância mais referida como droga principal dos utentes em tratamento da toxicodependência", embora se registe "nos últimos anos uma maior visibilidade de outras substâncias, nomeadamente a cocaína e o álcool", refere o relatório do IDT.

2,3 milhões de seringas trocadas

O Programa de Troca de Seringas, em que foram investidos quase 1,75 milhões de euros no ano passado, permitiu a troca de 2,3 milhões de seringas.

No campo da prevenção de doenças associadas ao consumo de drogas, o texto relata que, em 31 de Março de 2008, 44% dos casos notificados de VIH/Sida estavam relacionados com a toxicodependência, assinalando-se, no entanto, uma "tendência proporcional decrescente".

Mais de 1.400 traficantes condenados

A aplicação da Lei da Droga levou à condenação de 1.420 pessoas no ano passado, a quase totalidade (97%) por tráfico.

A intervenção policial permitiu ainda a identificação de outras 5.202 pessoas suspeitas, metade (47%) por tráfico e a outra metade (53%) por tráfico e consumo, mantendo-se a estabilidade nos números que vêm sendo registados desde 2000.

No final de 2007 estavam detidos nas cadeias portuguesas 2.544 condenados ao abrigo da Lei da Droga, mantendo, pela primeira vez, a percentagem de 27% da população prisional.

A quase totalidade (97%) cumpria pena por tráfico e apenas 2% por tráfico e consumo.

Quanto às apreensões, o relatório cita apenas os casos do haxixe, que disparou para o quíntuplo (406%) de 2006, e da heroína, que caiu para menos de metade (menos 57%), apresentando, respectivamente, os valores mais elevado e mais baixo da última década.

http://sic.aeiou.pt/online/admin/print?guid={0E52FFB8-9EAC-49CB-8B1B-01F7AE4A5307}

7 de novembro de 2008

O IDT criou um blog que servirá de plataforma ao Plano de Intervenção Focalizada (PIF), servindo como espaço comum à divulgação dos projectos PIF nos diferentes eixos de intervenção (famílias, crianças e jovens, espaços recreativos).

Este blog permite a troca de experiências, informação e trabalho desenvolvido entre as instituições, bem como é um convite à participação de todos os que se interessam pela área da prevenção das toxicodependências.

Aqui: http://www.programadeintervencaofocalizada.blogspot.com