2 de março de 2008
Alucinogénias
As drogas alucinogénias alteram a nossa percepção do mundo.
Confundem as mensagens enviadas ao cérebro pelos nossos sentidos. Fazendo muitas vezes com que objectos Familiares pareçam, as cores pareçam mais brilhantes e os objectos estáticos pareçam mover-se.
Sensações auditivas, tácteis ou gustativas podem sofrer alterações ou misturas.
Etiquetas:
Alucinogénias
Canabinóides - Cannabis (Haxixe, Charros, Ganza, Liamba, Erva, Kito,…..)
É de longe, a mais popular de todos as drogas ilegais e aparece normalmente no seu estado seco natural, como erva, ou como resina (Haxixe).
Os tipos de resina ou haxixe mais comuns são o marroquino, o libanês e o pólen. O efeito de cada um é diferente de algumas pessoas têm as suas preferências. A erva provém de uma larga variedade de “castas”. Uma das mais fortes é o Skunk. Quanto mais forte é o tipo de erva, maior é a quantidade de THC (o activo químico que provoca a “pedra” e mais intenso o efeito, podendo mesmo causar alucinações. As pessoas utilizam Cannabis pelas mais variadas razões. Algumas acham-se relaxante e social, uma droga de recreio que realça as cores e os sons. Outras utilizam-na com fins medicinais (apesar de em Portugal não ser legal faze-lo), pois contém propriedades relaxantes e estimuladoras do apetite.
Muitas pessoas consideram, a Cannabis praticamente inofensiva e têm lutado pela sua legalização. No entanto a verdade é que o seu consumo não é totalmente isento de riscos.
Riscos a curto prazo
A maior parte dos utilizadores têm, de vez em quando, sensações de paranóia e ansiedade, o que os faz sentir muito desconfortáveis. Tal como acontece com outras drogas, os efeitos dependem geralmente da disposição que se tem antes de a tomar e do que se passa quando se está “pedrado”. Lidar com a situação repentina complicada pode ser um verdadeiro pesadelo.
Outro dos efeitos negativos comuns de cannabis são as “brancas” provocadas pelo consumo de grandes quantidades num curto espaço de tempo. Correspondem a ligeiras dores de cabeça. Falta de memória, tonturas e, algumas vezes, náuseas. Apesar de, habitualmente estes sintomas passarem depressa, a experiencia pode tornar-se intensa e desagradável. As “brancas” estão particularmente associados ao consumo simultâneo de cannabis e álcool.
Riscos a Longo prazo
A cannabis é, na maior parte das vezes, fumada com tabaco e o tabaco só por si provoca outros problemas.
Embora os “charros” sejam a forma “social” de fumar cannabis, reduzir a quantidade de tabaco é uma das formas de reduzir o risco. O uso compulsivo de cannabis pode ser visto como uma forma de dependência. Tem havido casos de consumidores a pedir ajuda em centros especializados para pararem o consumo. Os utilizadores podem descobrir que a cannabis se tornou “tudo” na sua vida e que andam excessivamente “pedrados” para fazer seja o que for.
Fumar cannabis é extremamente perigoso para pessoas que apresentam sintomas de esquizofrenia ou outras doenças do foro psicológico.
Reduções de riscos
O haxixe pode ser alucinogéneo e causar ansiedade, principalmente se não se está num local propício à descontracção. As más experiências podem incluir ataques de pânico ou hiperventilação (respiração rápida e superficial, dando a sensação de tontura). Nestas circunstâncias deve procurar-se um sítio sossegado e seguro, respirar profundamente, tentar relaxar e lembrar que esta sensação vai passar.
É preciso ter cuidado com o Skunk e outras variedades de erva (que têm botões muito compactos e um cheiro muito forte). A maior parte daqueles que iniciam o consumo ficam bastante surpreendidos com a sua intensidade. Por isso, convém ir devagar com o Shunk!
Insistimos: é crucial o local em que se está e com quem se está quando se consome. O uso em grande quantidade, “empastela” o cérebro, causa ansiedade, paranóia e introversão (quando alguém se vira para dentro de si mesmo, tornando-se difícil falar com os outros).
Normalmente, estes sintomas desaparecem algum tempo depois do consumo ser interrompido.
Etiquetas:
Canabinóides
Cocaína (Coca, Branca, Gulosa)
A cocaína aparece sob a forma de pó branco e cristalino e o efeito é rápido e intenso.
Muito dos efeitos desejados e dos efeitos secundários da cocaína são semelhantes aos dos speeds. No entanto, alguns, descrevem-na como sendo mais suave (dá um speed menos físico). A cocaína, no entanto, é particularmente conhecida por tornar o comportamento das pessoas mais individualistas e agressivo.
O risco de dependência psicológica é maior com a cocaína do que com os speeds.
Como os efeitos da cocaína não duram muito, a vontade de voltar a consumir cada vez mais pode ser difícil de aguentar, especialmente quando há uma “longa” noite pela frente. A cocaína é uma droga com características muito especiais. Apesar de não provocar dependência física como a heroína provoca desejo de a consumir, ou seja, uma grande dependência psicológica. Não é à toa que lhe chamam “gulosa”. O consumo regular de cocaína, principalmente fumada (base de coca), é um risco porque a escala dos consumos pode tornar-se uma realidade. O down da cocaína é muito violento provocando, muitas vezes, estados de grande ansiedade e agitação, chegando mesmo a estados confusionais graves ou mesmo surtos psicóticos.
Existem grandes mitos à volta de consumidores de cocaína com muito sucesso profissional e social.
Mas cuidado não passam disso mesmo…….Mitos!
É possível ter uma overdose de cocaína, que pode causar um ataque cardíaco ou uma paragem respiratória. A quantidade necessária para provocar uma overdose varia de pessoa para pessoa e depende muito do grau de pureza da substancia. A cocaína é uma substancia particularmente perigosa mais ainda quando se tem problemas cardíacos.
Etiquetas:
Estimulantes
Ecstasy (MD, Pastilhas, Rodinhas,….)
O ecstasy (MDMA) é uma droga com efeitos em parte estimulantes, em parte psicadélicos. Actua através do aumento da produção e diminuição da reabsorção da serotonina, ao nível do cérebro. É a inundação do cérebro com este químico que provoca os efeitos do ecstasy. Entre outras coisas, a serotonina parece afectar a disposição, o apetite e o sistema que regula a temperatura corporal.
Os efeitos do MDMA fazem-se sentir habitualmente cerca de 20 a 30 minutos depois do consumo, mas pode levar mais tempo a fazer efeito, dependendo da pureza da substancia e do metabolismo de quem o toma. Os efeitos secundários do MDMA são a rigidez dos membros e dos maxilares, a dilatação das pupilas, o aumento da sudação e da frequência cardíaca.
Assim a droga começa a fazer efeito, os consumidores começam a sentir-se pouco à vontade, a ter náuseas e perderem a noção do espaço.
Estas sensações intensas desaparecem, geralmente quando a droga está no auge do seu efeito.
As pessoas tomam MDMA para se sentirem eufóricas e energéticas, o que lhes permite dançar durante muito tempo, aumentando o prazer que sentem com a música. Muitas vezes sentem “arrepios sensuais” por todo o corpo, bem como sentimentos de empatia e vontade de comunicar com os outros (love up). Os efeitos atingem o seu pico cerca de 2 horas após o consumo, podendo perdurar até 6 horas.
Os comprimidos de ecstasy têm, muitas vezes misturas de substâncias similares de MDMA.
Existem, no entanto algumas diferenças subtis.
Resultante da ilegalidade das drogas, os comprimidos Falsos são uma ocorrência comum. Todo o tipo de misturas é vendido como sendo ecstasy. Um comprimido falso pode conter qualquer tipo de estimulante (speed, cafeína, efedrina), algumas vezes misturado com um alucinogéneo (como o LSD). Mas pode ser qualquer outra coisa, desde paracetamol a Ketamina (anestésico).
Não consegues distinguir uma pastilha falsa apenas olhando para ela.
Muitas vezes o MDMA aparece em pó. Se achas que consumiste uma pastilha “marada” não tentes alterar o seu efeito tomando mais drogas. Faz um favor a ti próprio – esquece essa noite e aprende com a experiência.
Riscos a curto prazo
O aumento da temperatura do corpo não é consequência apenas do uso de certas drogas. Pode ocorrer após uma exposição prolongada ao sol ou exercício físico em excesso. Dançar uma noite inteira é como correr uma meia-maratona e ninguém faz isso sem treino ou sem beber líquidos em quantidade suficiente. Quando se dança horas a fio num sítio quente e se consomem drogas que te estimulam e desidratam, corre-se um sério risco. A hipotermia pode matar.
Os riscos reduzem-se quando as pessoas se refrescam normalmente e repõem os líquidos perdidos, bebendo pequenos goles de água de horas a horas). Deixar correr água fresca pelos pulsos pode também ajudar a baixar a temperatura de corpo.
Tomar speeds com pastilhas e/ou beber bebidas alcoólicas ou muito açucaradas aumenta a probabilidade de desidratação e, por isso, há maior risco de ocorrer hipertemia.
A hipertemia pode ser rapidamente reconhecida. Está atento aos seguintes sinais:
· Parar de transpirar – quando se pára de transpirar o corpo perde a capacidade de arrefecer.
· Desorientação/Vertigens/Dores de cabeça/Fadiga
· Cãimbras nas pernas, braços e costas
· Pouca urina, sendo esta de cor escura (amarelo escuro/acastanhado)
· Vómitos
· Cansaço repentino/Irritabilidade
Perante um destes sintomas, as pessoas devem de tomar uma bebida sem álcool imediatamente!
Se és sensível à temperatura/calor (ter febre muito alta quando se está doente), pode ser particularmente perigoso dançar sob o efeito de estimulantes.
Se alguém tiver um colapso enquanto está a dançar terás que agir depressa e pedir ajuda.
O Ecstasy pode também diminuir a tua capacidade de “destilar” o excesso de água. Beber demasiada água com ecstasy pode ser também perigoso, pois pode causar uma intoxicação de água. Uma intoxicação de água pode ser fatal. Beber meio litro de água de hora a hora ou uma bebida açucarada ou com um pouco de sal, é o que se recomenda para manter um nível normal dos líquidos e minerais do organismo.
Algumas pessoas sentem-se mal quando “pastilham” não se deve entrar em pânico. Se isto acontecer não se deve deixar a pessoa sozinha.
Quando se está realmente aflito e preocupado deve-se procurar ajuda médica – Liga 112
Efeitos a longo prazo
Não há muita informação sobre os efeitos do MDMA ou dos seus derivados a longo prazo. No entanto, usar muitas vezes esta substância causa depressões, ansiedade e estados paranoídes. Alguns utilizadores manifestaram estados latentes de doença mental despoletados por consumirem ecstasy.
Redução de riscos
Não se deve comprar ecstasy a estranhos.
Devem evitar-se as cápsulas (são mais fáceis de adulterar) e pastilhas “manhosas”, ou seja, as que pareçam ter sido desfeitas e prensadas de novo, porque são normalmente, de má qualidade.
Quando se começa a sentir necessidade de aumentar as doses para obter o mesmo efeito que se sentia no princípio, deve-se parar imediatamente.
Os consumidores habituais descobriram que o aumento da dosagem apenas dá speed sem o habitual efeito de aparente estado de “Felicidade” e “Amor” (Love Up)
As “pastilhas” variam muito no efeito e energia que dão.
Quando se consomem deve ter-se atenção o peso da pessoa. Isto é particularmente importante no que diz respeito às mulheres.
Deve evitar-se misturar ecstasy com álcool ou com outras drogas. À parte de tudo o resto é uma sobrecarga para o fígado e para os rins, além de, alguns utilizadores, garantirem que “corta” o efeito.
Quando se “pastilha”, as pessoas devem sentir-se frescas, usar roupas largas e não pôr bonés ou chapéus, pois o sítio do corpo onde mais se transpira é a cabeça.
Por melhor que seja a música podes sempre sair da pista!
Faz umas pausas para arrefecer e recuperar forças. Consumir drogas para poder dançar sem parar, significa aumentar as hipóteses de danos físicos.
Deve aprender-se a reconhecer e a evitar a desidratação. Deve beber-se água, mas não em demasia. Não te deixes desidratar, mas não te encharques!
Quando se está a dançar sob o efeito de ecstasy, deve beber-se água de hora em hora, tomar uma bebida açucarada e comer uns salgados que ajudem a manter o equilíbrio.
Não percas de vista o grupo. Se estão a dançar há muito tempo, tenta que parem um pouco e que bebam uma bebida sem álcool. Se alguém do grupo se sente mal e se afasta, tenta ficar perto até se sentir melhor. Durante a última década tem havido algumas mortes associadas ao consumo de drogas deste tipo. O grande risco quando se tomam estimulantes, como os MDMA e speeds e se dança em sítios quentes e fechados, é a desidratação. A desidratação tem causado várias mortes. É por isso que continuamos a avisar sobre a importância de a evitar. Outras mortes têm sido causadas pelo excesso de água, hemorragias cerebrais, apoplexia, ataques cardíacos e problemas hepáticos. Algumas destas mortes podem estar directamente relacionadas com antecedentes clínicos, tais como problemas cardíacos ou doenças hepáticas.
Alguns consumidores destas drogas, têm morrido ou ficado ferido em acidentes de automóvel causados pelo próprio efeito da substância ou pelo estado de exaustão em que se encontram quando conduzem.
As razões exactas para as mortes associadas ao ecstasy ou outras drogas deste tipo não são totalmente conhecidas. Tudo o que envolve uma morte associada ao consumo de drogas é complicado, sendo muito difícil saber ao certo o que verdadeiro aconteceu. Há um numero de coisas que podem contribuir para uma má reacção às drogas, tais como o estado de saúde das pessoas, o seu estilo de vida, o que fizeram ou deixaram de fazer quando estavam “pedrados” o que tomaram e em que quantidade.
Para tornar o assunto ainda mais complexo, pouco se sabe acerca de como funciona o ecstasy e como reage, quando consumido com outras drogas, o que limita a explicação para várias mortes causadas pelo seu consumo. Se nem os próprios “peritos” sabem realmente o que se passa, o melhor é protegeres-te o mais possível.
Não se deve consumir ecstasy quando se sofre de algum problema cardíaco, asma, hipertensão, doenças de foro psicológico, ansiedade, depressão ou doenças hepáticas.
Etiquetas:
Estimulantes
Programar 1º saída
Às vezes, as melhores noites acontecem sem estarem planeadas.
Se sair com os amigos, conhecer gente, ouvir musica e dançar é garantidamente bom, já o mesmo não se poderá dizer de beber uns copos a mais e, eventualmente, consumir algumas substâncias particularmente perigosas a que habitualmente chamamos drogas.
As drogas actuam em função da tua personalidade, da tua disposição e do ambiente em que te encontras.
As podem reagir de formas diferentes, conforme a substancia e o momento em que a tomam.
Não há pastilhas de felicidade automática à venda! As drogas e o álcool podem dar uma sensação de satisfação ou Felicidade automática à venda! As drogas e o álcool podem dar uma sensação de satisfação ou de felicidade, mas é sempre de curta duração.
Se não te sentes bem contigo próprio ou em relação ao sítio para onde vais, não vão ser as drogas e o álcool a mudar as coisas.
Dá alguma atenção ao que vais vestir. Vais precisar de te sentir fresco no bar ou na discoteca e quente no regresso a casa. Pensa no que tens de fazer no dia seguinte. Seria bom não teres nada de importante…….podes estragar a noite a pensar nisso e, sobretudo, estarás demasiado ressacado e cansado para fazer qualquer coisa.
É importante ter confiança nas pessoas com quem sais, quer estejas sóbrio querem sob efeito de qualquer substancia. Não é aconselhado sair sozinho e uma ressaca solitária pode ser depressiva.
Procura-te rodear-te dos teus amigos.
Que meio de transporte vais utilizar para sair e para voltar para casa? É muito tentador levar o carro ou andar à boleia no carro dos amigos, mas como o consumo de álcool e/ou de outras substancias pode alterar as tuas percepções e a capacidade de conduzir veículos (motas ou carros). A percepção do que te rodeia e os tempos de reacção fica alterados e descoordenados. Conduzir sob o efeito destas substâncias põe em risco a tua vida e a dos outros.
1414
Drogas
De uma forma genérica, podemos classificar as drogas em quatro grandes tipos: estimulantes, canabinóides, alucinogénias e depressoras. Mais adiante falaremos delas, dos seus efeitos e de como reduzir os riscos inerentes ao seu consumo.
Lembra-te que podes divertir-te e viver a noite sem consumir e sem te consumires!
Mas, se o fizeres, deves estar bem infirmado porque, mesmo que saibas o que estás a tomar há sempre um risco.
As pessoas são diferentes e reagem de diferentes maneiras a diferentes substancia, em diferentes momentos. O tipo de droga, a quantidade e a qualidade, o teu espírito, o ambiente e a companhia, influenciam a experiência.
Etiquetas:
Substâncias
Estimulantes
As drogas estimulantes aceleram o funcionamento do sistema nervoso central, diminuem o apetite e reduzem a vontade de dormir.
Etiquetas:
Estimulantes
Substâncias
A história das drogas é a história da humanidade. Fizeram parte essencial da sua cultura, dos seus rituais religiosos, das suas relações humanas... evoluindo ao mesmo tempo que os homens e as mulheres que as consomem. A amplitude do termo "droga" reflecte esta longa evolução, fazendo referência a um elevado número de substâncias com distintos efeitos sobre a percepção, o pensamento, o estado de ânimo ou as emoções, com diferente capacidade para produzir dependência e com significados diferentes para aqueles que as consomem. Ainda há quem utilize terminologia não cientifica para classificar as substâncias a que chama drogas:
Quentes e frias;
Químicas e ecológicas;
Leves ou pesadas;
Etc.
Mas a classificação que mais se aproxima de conceitos científicos será a de Delay e Denicker:
Estimulantes;
Perturbadoras;
Sedativas.
Discute-se o verdadeiro alcance dos efeitos do álcool ou formula-se a questão de saber os efeitos do consumo de Cannabis.Os Derivados da Cannabis motivam um maior debate social. As Substâncias de Síntese protagonizam inumeráveis conversas mas nem sempre se dispõe de informação exacta acerca dos seus efeitos.Os Esteróides Anabolizantes, suscitam cada vez mais preocupações pela sua utilização que se estende aos ginásios ou a jovens que querem melhorar a sua imagem corporal. Há que referir ainda os Medicamentos Psicoativos – os Psicofármacos, ou seja, substâncias receitadas por médicos que muitas vezes são utilizadas indevidamente para fins que não os terapêuticos. O tabaco; o álcool e as xantinas (chá, café e cacau) constituem um grupo de substâncias, que pelo seu carácter legal, fazem parte das nossas vidas. O seu consumo quotidiano pode levar-nos a pensar que carecem de riscos, mas basta uma breve olhadela para os efeitos a curto e longo prazo do tabaco ou do álcool para nos darmos conta da importância dos diversos problemas que produzem. A informação utilizada é resultado de um trabalho conjunto da FAD-Fundación de Ayuda Contra la Drogadicción de Madrid, SPTT, e IEFCS-Instituto Europeo para la Formación e Consulenza Sistémica (Itália), com o apoio da Comissão Europeia no âmbito do Programa Leonardo da Vinci – Programa Europeu de Formação Profissional. Esta informação foi revista por Dr. Luís Patrício
Etiquetas:
Substâncias
1 de março de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)
.jpg)


