16 de março de 2009

Intervenção 14/03/2009 - Nazaré

12 de março de 2009

O Projecto RSV, recebeu o convite para participar no dia 11 de Março de 2009 no Programa "Espaço Solidário" da rádio local 102 FM, entre as 19h e as 20h, um programa da responsabilidade da Adepe , Acompanha e Cercipeniche , com Ângela Malheiro e Rogério Cação. O Projecto RSV, esteve presente com a presença da coordenadora Vânia Ferreira e o Voluntário Rui Santos. Apesar de algum nervosismo inicial, acabou por ser uma conversa descontraída, em que pudemos apresentar o nosso projecto, os nossos objectivos, as nossas ideias... Queremos voltar a agradecer o convite e a oportunidade concedida pela Adepe e a rádio para a divulgação do projecto que estamos a desenvolver.

2 de março de 2009

Projecto Recreative Safe Vibe - Video

1 de março de 2009

"O SUCESSO DE DESCRIMINALIZAÇÃO DE DROGAS EM PORTUGAL"

Considerado entre os 25 constitucionalistas liberais mais influentes dos Estados Unidos, Glenn Greenwald apresentou no dia 3 de Abril, no Cato Institute em Washington, um relatório intitulado “Descriminalização da Droga em Portugal: lições para criar políticas justas e bem sucedidas sobre a droga”, onde apresenta Portugal como um caso de sucesso quanto a políticas de droga.

Distinguindo o papel pioneiro e inovador de Portugal na UE, Glenn Greenwald refere a Descriminalização das Drogas e a adopção das novas políticas de Dissuasão implementadas pelo Estado Português, destacando os progressos alcançados nos diversos parâmetros analisados.

Mais do que muitas suposições e teorias, Portugal é destacado como um país que provou que se deve encarar o doente toxicodependente como alguém a recuperar e a reinserir na sociedade, em substituição da tradicional penalização que é ainda exercida em muitos outros países.

Para João Goulão, presidente do IDT, IP, a atenção dedicada ao trabalho desenvolvido internamente, por um País que tanto investe e aspira a resolver estas temáticas e se encontra num momento de viragem política sem precedentes, é sem dúvida motivador para toda a equipa e sobretudo para o trabalho diário com os nossos utentes.

21 de fevereiro de 2009

Intervenção 21/02/2009 - Discoteca GreenHill

15 de fevereiro de 2009

Intervenção 13/02/2009

14 de fevereiro de 2009

Formação - Voluntários 13/02/2009

1 de fevereiro de 2009

Formação - Voluntários 30/01/2009

29 de janeiro de 2009

Chegam da noitada quando o galo já cantou

A nova tendência, de agitação pela madrugada dentro, e consequente falta de descanso, afectam a saúde, a capacidade produtiva e a segurança dos jovens, ainda o descanso de quem mora junto aos bares, e até o próprio negócio dos estabelecimentos nocturnos. Alterar a lei para que os bares encerrem mais cedo é uma das soluções propostas, mas pouco consensual.

Antes, o grupo de amigos reunia-se no café às 21 horas e às 23:30 já estava na discoteca. “Mas agora as discotecas só estão boas a partir das 3 da manhã”, conta Lídia Pereira, 28 anos, da Marinha Grande. A ex-barmaide recorda que, quando começou a sair à noite, partia de casa cedo, depois do jantar, e que a discoteca não tardava a abrir. Lídia Pereira sublinha que continuam a existir espaços nocturnos com horários diversificados, portanto alternativas não faltam, mas reconhece que a tendência é abrirem tarde, porque os adolescentes chegam mais tarde também.

Para Miriam Martins, técnica de aconselhamento da doença da adicção, a realidade latina de hoje tem novas especificidades. Quando o horário de saída do emprego e de jantar são cada vez mais tardios, é natural que as horas dedicadas ao lazer também sejam proteladas.

“Se uma empresa estipulasse as 7 horas como horário de entrada e as 16 horas como saída do emprego, muita gente pensaria duas vezes” antes de se divertir a horas tão tardias. “Mas o trabalho só começa às 9 horas.” O mesmo vale para as refeições. Em Lisboa, exemplifica, “a hora de ponta nos restaurantes é entre as 21 e as 22 horas”.

Para Sandra Ferreira, socióloga, além de ser uma tendência “natural na nossa cultura”, sair tarde para a noite é também uma questão de moda. “Porque uns fazem outros fazem também”, defende.Para mudar este comportamento, a solução passaria por uma imposição legal, que obrigasse todos os estabelecimentos de diversão nocturna a abrir e a encerrar mais cedo, à imagem do que aconteceu no Bairro Alto, em Lisboa, acredita a socióloga. Esta solução, porém, só sortiria efeito se fosse aplicada a todos os espaços do género, e todos os proprietários cumprissem, tal como aconteceu com a Lei do Tabaco, acrescenta.

Apesar de reconhecer que a “falta de descanso provoca mazelas irreversíveis no cérebro e afecta a concentração e o raciocínio funcional”, Miriam Martins não está certa de que uma nova lei, com horários mais apertados de diversão nocturna, baste para alterar o comportamento tão enraizado entre nós.

Se existem bares que abrem das 8 às 18.30 horas para as chamadas after hours, é porque há um público crescente que as frequenta, justifica. Além disso, haveria sempre espaço para festas privadas, onde é tão difícil controlar os horários como os consumos de álcool e drogas, nota a técnica. Portanto, “sair ou não sair até tarde depende apenas da responsabilidade de cada um”.

Recentemente, uma reportagem da Agência Lusa deu conta de que as after hours privadas começam depois de todas as discotecas terem encerrado, e que estas festas privadas podem durar todo o fim-de-semana. Nas after hours mais sofisticadas há até DJs profissionais e o fenómeno parece estar a virar moda entre jovens adultos, com profissões liberais e uma instrução acima da média.

Trabalho e saúde a meio gás

Rita Bonifácio, da Marinha Grande, fez parte do curso de Ciências da Comunicação em Leeds, através do programa Erasmus. Do Reino Unido aproveitou não só as teorias académicas como a diversão nocturna. Comparando a realidade britânica com a portuguesa, Rita Bonifácio admite que a produtividade está mais assegurada no Reino Unido.

Em Leeds, a noite começa nos pubs por volta das 19 horas - para muita gente logo depois do trabalho. Quando os pubs encerram, às 23 horas, as pessoas só têm duas opções: ou regressam a casa ou vão à discoteca. Mas como a discoteca fecha no máximo às 2 horas, a antiga aluna “acabava sempre por chegar a casa cedo e no dia seguinte, pela manhãzinha, já podia estar na escola e ‘ter uma vida’”.

Apesar disso, defende Rita Bonifácio, “o cenário português acaba por ser mais saudável, pois é menos restritivo. As pessoas têm mais liberdade de escolha, já que há maior flexibilidade nos horários de fecho dos bares e discotecas”. “Tanto podemos ter noites curtinhas, como noites que acabam de manhã.”, justifica.

Teresa Paiva, neurologista e especialista em doenças do sono, enumera várias consequências que derivam da privação de sono, seja de forma crónica (quando se roubam horas à cama de forma sistemática), sejam privações agudas (“directas” esporádicas).No caso de uma privação crónica do sono, aumenta o risco de morte por hipertensão arterial, obesidade, diabetes, depressão, acidentes, insónia, também algumas formas de cancro, nomeadamente da mama, na mulher, e na próstata, no homem, e aumenta o risco de morte causada por problemas cardíacos. Tratando-se de crianças e jovens, essa privação crónica do sono traduz-se num risco aumentado de obesidade, diabetes e hipertensão.

Dormir menos do que se precisa também traz dificuldades de concentração e diminui a produtividade. Um estudo que teve por base uma amostra de 900 alunos do Instituto Superior Técnico revelou que dormir pouco tem efeitos negativos directos no sucesso escolar.

No caso da privação aguda de sono, as chamadas “directas” fazem com que a pessoa fique sonolenta e tenha dificuldades em concentrar-se para desempenhar as suas tarefas.

Aumenta também o risco de se envolver em acidentes. De acordo com estatísticas europeias, os acidentes com consequências mortais entre os jovens aumentam de quinta para sexta-feira e de sexta-feira para sábado, entre as 4 e as 5 horas. Teresa Paiva relaciona os acidentes com a privação de sono, consumo de álcool e droga. “É uma mistura potencialmente explosiva, com consequências fatais”, nota a especialista.

Negócio afectado

O Regulamento Municipal dos Horários de Funcionamento dos Estabelecimentos de Venda ao Público e de Prestação de Serviços da Câmara de Leiria, por exemplo, estabelece que cafés, cervejarias, casas de chá, restaurantes, bares, snack-bars, e self-services podem estar abertos até às 2 horas, todos os dias da semana. Já os clubes, cabarets, boites, dancings, casas de fado e estabelecimentos análogos devem definir os seus horários de funcionamento entre as 18 e as 4 horas, todos os dias da semana. Na Praia do Pedrógão, os clubes, cabarets, boites, dancings, casas de fado e estabelecimentos análogos podem encerrar duas horas mais tarde, durante todo o ano.

Apesar do horário de funcionamento destes espaços ser até bastante alargado, o facto dos jovens saírem cada vez mais tarde para a diversão nocturna acaba por cingir o período de facturação dos estabelecimentos a um par de horas.

Tânia Afonso é proprietária do Cinema Paraíso, bar de Leiria aberto das 20 às 2 horas. Depois de jantar há um “período do cafezinho”, mas só mais tarde é que as pessoas começam a “encontrar-se na noite”. Como isso acontece tarde e a casa tem de fechar às 2 horas, o período de facturação propriamente dito dura pouco, explica a proprietária.

“Sinto que saem mais tarde e isso se deve a uma alteração no estilo de vida. Também se trabalha até mais tarde. É uma mudança cultural”, nota Tânia Afonso. Perante esta realidade, a proprietária preferia poder fechar o bar uma hora depois, nem que fosse para “deixar tomar o copo” a quem acabou de pedi-lo. Quanto à possibilidade de abrir e fechar mais cedo, “não faria sentido, não tem a ver com a nossa cultura”, defende.

Tiago Sousa, proprietário da discoteca Suite, em Leiria, tem a mesma perspectiva. Antes do Verão, quando inaugurou o espaço, o empresário definiu as 22 horas como horário de abertura. Como as pessoas só chegavam a partir da meia-noite, teve de se adaptar à nova tendência, passando a abrir às 00.00 horas e encerrar às 5 horas.

“Saem mais tarde de casa, é diferente do que acontecia há 10 anos. Têm mais conforto nos lares, jantam com amigos, só depois é que chegam”, sublinha. O regulamento municipal não permite que a discoteca encerre depois das 5 horas, mas o proprietário do Suite acredita que, no seu caso, a dilatação do horário teria mais cabimento do que o inverso.

Vizinhança em desespero

Tiago Sousa explica que uma das suas preocupações aquando da inauguração do Suite foi apostar no isolamento acústico do edifício. No entanto, apesar do investimento no interior, o empresário salienta que não pode actuar sobre quem fizer barulho na rua depois da discoteca fechar.

Esta é também a convicção de Luís Ferreira, lojista e porta--voz do Condomínio de Gestão do Centro Histórico de Leiria, que desresponsabiliza os donos dos bares pelo barulho e agitação nocturna junto às casas da zona histórica. Luís Ferreira sublinha que a algazarra, que tanto incomoda os moradores, acontece na rua depois dos bares terem encerrado. Defende que o barulho não terá fim, mesmo que os bares sejam obrigados a encerrar mais cedo, porque fica sempre gente na rua. A solução, acredita o porta-voz do Condomínio, tem forçosamente de passar por uma actuação pedagógica da polícia que não se limite a encerrar os estabelecimentos, que converse e encaminhe os jovens para outros lugares, desabitados, da cidade.

Texto: Daniela Franco Sousa

Fotos: Ricardo Graça

2009-01-29

11 de janeiro de 2009

Mad TV - Commercials - Ecstasy

1 de janeiro de 2009

Sala de Chuto - Serafim/Camolas

Spot Publicitário

Simulação de Efeitos das Drogas

24 de dezembro de 2008

Formação - Voluntários

22 de dezembro de 2008

10 de dezembro de 2008

Jovens estão a beber mais

Saúde: Especialistas assinalam mudança no perfil do alcoólico

A novela da TVI já retratou situações de consumo excessivo de álcool

O alcoolismo ataca cada vez mais cedo. As conclusões avançadas pela psiquiatra célia franco no iv congresso de psiquiatria apontam para uma mudança no perfil do alcoólico nos últimos dez anos, verificando-se um aumento dos casos entre os 20 e os 30 anos. O consumo inicia-se em média aos 15 anos, com bebidas fortes (os shots), e os casos de dependência são cada vez mais precoces.

Um estudo do instituto da droga e da toxicodependência (idt) de 2003 revelava que 94 por cento dos alunos de 18 anos das escolas públicas já tinha consumido álcool. E mais de um quarto dos rapazes (27%) confessou que bebera em excesso nos 30 dias anteriores ao estudo – entre as raparigas baixava para 13%. O especialista joão breda refere que 'um em cada dez jovens' tem problemas com o álcool. Um estudo da faculdade de motricidade humana refere que 11 por cento dos jovens consome álcool em excesso.

João goulão, presidente do idt, identifica o álcool como a substância que mais problemas causa. 'É, de longe, a substância que provoca efeitos mais destruidores na nossa sociedade. Se entre as outras substâncias os consumidores abusivos são 50 60, 70 mil, no caso do álcool os números sobem para o triplo', disse ao correio da manhã.

O caso da actriz inês aleluia, de 20 anos, que sofreu anteontem uma intoxicação alcoólica, como o cm noticiou, é apenas um exemplo de uma realidade que afecta cada vez mais jovens. A actriz que representa a personagem ‘aurora’ na novela da tvi ‘morangos com açúcar’ deveria ser a estrela de uma festa no apeadeiro bar, nas caldas de são jorge, santa maria da feira. O cm apurou que inês aleluia bebeu em excesso e foi levada pelos responsáveis do bar para o hospital da feira, onde entrou pelas 21h15 com uma intoxicação alcoólica. Foi colocada em soro e teve alta às 23h30. José aleluia, pai da actriz, tem uma versão diferente. 'Mal comeu durante o dia e ao jantar, enquanto petiscava, bebeu um copo de vinho, que a deixou indisposta. Quando fizeram análises no hospital detectaram logo a presença de álcool, mas não foi nada de grave', disse.

Os casos com jovens ‘morangos’ têm--se sucedido. Francisco rui cádima, professor na universidade nova, defende que esta questão se insere na 'grande agressividade comercial' das televisões e lembra que 'estes jovens não estão preparados'. 'Os operadores vêm ali um filão de mão-de-obra barata e os jovens e as famílias ficam deslumbrados', disse, frisando 'que esta questão devia ter maior atenção dos corpos representativos dos actores, das escolas de representação e do regulador'.

'MORANGUITA' RETOMA HOJE GRAVAÇÕES

Inês Isabel Aleluia passou o dia de ontem a repousar na sua casa em Lisboa para hoje retomar as gravações de ‘Morangos com Açúcar’. Aos 20 anos, a aluna do segundo ano de Engenharia Civil teve este ano a primeira oportunidade de trabalhar como actriz. Depois de participar num casting, foi escolhida para dar vida a ‘Aurora’, uma jovem tímida e frágil que não gosta de grandes confusões, na sexta temporada da série juvenil ‘Morangos com Açúcar’.

Sportinguista ferrenha, Inês Aleluia confessa que o que mais detesta em si é a timidez. A jovem, que pratica natação e que elege Paris como sua cidade preferida, é incapaz de viver longe do mar.

Não suporta a arrogância, a falta de humildade e a hipocrisia. A qualidade que mais admira nas pessoas é a honestidade. Nos homens, contudo, a jovem actriz também exige inteligência.

Em televisão, a ‘Aurora’ de ‘Morangos com Açúcar’ adora ver filmes de animação, sendo que ‘A Bela e o Monstro’ e ‘Tom & Jerry’ são os seus preferidos.

Incapaz de viver em climas frios, Inês Isabel Aleluia adorava conhecer o Japão. Apaixonada pela vida, apenas precisa de três coisas para ser feliz: paixão, liberdade e uma casa junto ao mar.

PERFIL

Inês Isabel Aleluia nasceua 21 de Fevereiro de 1988 em Beja. A actriz frequenta o segundo ano de Engenharia Civil no Instituto Superior Técnico e estreou-se este ano como actriz na série juvenil da TVI.

ACTORES SEM APOIO PSICOLÓGICO

A TVI descarta responsabilidade nos casos ocorridos com actores dos ‘Morangos’. 'Não são actores da TVI, mas sim da NBP, a produtora com quem eles têm contrato de trabalho. Mas não deixa de nos preocupar', disse ao CM Monteiro Coelho, director de relações exteriores. Já Inês Cortês, relações públicas da NBP, afirmou: 'O que os actores fazem fora das gravações não nos diz respeito.' Questionada sobre se os actores têm algum apoio psicológico, retorquiu: 'Não há acompanhamento psicológico, mas quando precisam têm o apoio dos directores de actores e da produção.'

'HÁ COLEGAS QUE CONSOMEM DROGAS'

Sara Barradas, actriz de ‘Morangos com Açúcar’, não esconde que 'há colegas que consomem drogas'. 'Não são só actores dos ‘Morangos’. É neste meio em geral', afirmou à ‘TV Guia Novelas’. A actriz garantiu que o consumo não ocorre nas gravações mas sim quando os actores são convidados para festas em discotecas: 'É aí que as coisas acontecem.' A novela tem retratado situações em que personagens consomem álcool e haxixe.

DISCURSO DIRECTO

'MERECEM MAIS ATENÇÃO' (João Goulão, Instituto da Droga e Toxicodependência)

Correio da Manhã – Como olha para estes casos que se vêm sucedendo com jovens actores?

João Goulão – Terem este tipo de relações com substâncias que podem pôr em perigo a sua vida é preocupante. É preocupante o facto de serem figuras que podem ser seguidas pela juventude.

A quem assacar responsabilidades?

Há uma responsabilidade social exigível a estes jovens, acrescida por serem figuras públicas. E deviam ser merecedores de acompanhamento e atenção especial por quem os coloca como ídolos da juventude.

OUTROS CASOS COM 'MORANGOS'

ACIDENTE FATAL - FRANCISCO ADAM MORREU AOS 22 ANOS

O actor, de 22 anos, tinha acabado uma sessão de autógrafos, na madrugada de 16 de Abril de 2006, quando o automóvel, que conduzia se despistou. Francisco teve morte imediata e a autópsia revelou a presença de cocaína no sangue.

ACTRIZ ALCOOLIZADA - MAFALDA MATOS, 20 ANOS

Mafalda Matos foi notícia ao abandonar uma sessão de autógrafos, em Alpiarça, visivelmente alcoolizada. A jovem até saiu mais cedo do evento.

DETIDO POR SEQUESTRO - TOMÁS SANTOS, 21 ANOS

Tomás Santos, de 21 anos, passou uma noite na prisão depois de ter sido apanhado, numa tentativa de sequestro, com mais três amigos.

TIAGO AGREDIDO NA NOITE - TIAGO FELIZARDO, 19 ANOS

Tiago, hoje com 19 anos, estava a divertir-se numa discoteca quando foi agredido por um desconhecido. Levou 60 pontose foi operado

NÚMEROS

180 000

Jovens em Portugal (10%) revelam ter problemas com o álcool.Destes, 22 mil tinham 18 anos.

25 000

Jovens com 16 anos disseram, em 2003, ter bebido cinco bebidas seguidas no mês anterior ao inquérito.

40

Chamadas de urgência por mês para o INEM visam socorrer jovens alcoolizados.

500 000

Jovens com idades entre os 15 e os 24 anos consomem bebidas alcoólicas três vezes por semana.

REACÇÕES

'NÃO PODEMOS ROTULAR NINGUÉM', Ângelo Rodrigues, actor

Apesar de não conhecer bem a Inês, acho que não podemos rotular ninguém, nem uma geração.

São coisas que acontecem

'A INÊS NÃO É DESSAS COISAS', Sara Kostov, actriz

Estou surpreendida, porque trabalhei com a Inês e ela não é dessas coisas. Penso que deve ter sido um acto isolado

'FUI APANHADO DE SURPRESA', José Boavida, actor

Fui apanhado de surpresa e a única coisa que posso dizer é que, do que conheço da Inês, é uma miúda muito querida

Bernardo Esteves/ Francisco Manuel com P.G./R.L./J.S. / F.B.

http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000009-0000-0000-0000-000000000009&contentid=66B54D5A-B878-41AF-8E9B-3F4C4DC3ABD2

1 de dezembro de 2008

Sida entre consumidores de droga está a baixar

O 'Relatório Anual sobre a Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependência', com dados referentes a 2005, refere que as "doenças infecciosas entre as populações em tratamento no ano passado, os valores de positividade para o VIH, hepatites B e C e tuberculose enquadram-se, de um modo geral, nos padrões registados desde 2000".

Contudo, o presidente do IDT, João Goulão, em declarações na passada quinta-feira, por ocasião da divulgação em Bruxelas do relatório do Observatório Europeu das Drogas e da Toxicodependência, admitiu que a prevalência do VIH e da Sida entre os Consumidores de Droga Injéctavel (CDI) possa aumentar caso se faça um diagnóstico exaustivo nesta população.

O médico que preside ao IDT manifestou algum receio de que, com a necessidade de Portugal desenvolver um esforço de diagnóstico exaustivo nesta população, estes números voltem a subir e admitiu que haverá algum "subdiagnóstico" relativamente aos números referentes aos CDI.

Quanto às mortes relacionadas com o consumo de drogas, o relatório adianta que o número de casos positivos nos exames toxicológicos efectuados no Instituto Nacional de medicina legal aumentaram em 2005, contrariando assim a estabilização dos últimos três anos e a tendência decrescente iniciada em 2000.

Cocaína destaca-se nos consumos problemáticos

A cannabis, à semelhança do que acontece no resto da Europa, é a substância mais consumida em Portugal e assume também a posição de principal droga a nível de processos de contra-ordenação por consumo.

No entanto, é a heroína, muitas vezes associada à cocaína, que se destaca nos consumos problemáticos, como se constata nos estudos e indicadores relacionados com a procura de tratamento e mortes.

O relatório do IDT adianta que a cocaína tem vindo a ganhar maior visibilidade nos últimos anos, quer nos resultados dos estudos em populações escolares, quer nos contextos da procura de tratamento e mortes.

A visibilidade do consumo de outras substâncias ilícitas, nomeadamente de ecstasy, apesar de relevante entre as populações escolares, é ainda residual a nível da maior parte dos indicadores.

Maior procura ao tratamento

Segundo o IDT, em 2005, foi reforçado o crescimento verificado no ano anterior a nível de vários indicadores da procura de tratamento da toxicodependência.

O número de utentes em Unidades de Desabituação foi superior aos dos três anos anteriores e aumentou ligeiramente o número de utentes em Comunidades Terapêuticas reforçando o crescimento gradual dos últimos anos.

O Instituto da Droga sublinha que as referências ao álcool enquanto substância principal dos utentes começam a surgir de forma mais expressiva e que a prática do consumo endovenoso tem vindo a diminuir, particularmente entre os utentes em primeiras consultas.

Os utentes em tratamento da toxicodependência continuam a ser maioritariamente do sexo masculino e com idades entre os 25 e os 39 anos.

Continuam a ter, regra geral, baixas habilitações literárias e situações laborais precárias.

Com Lusa

http://sic.aeiou.pt/online/arquivo/2006/11/vida/1/8553662.htm

27 de novembro de 2008

Festa "Escolhe o Teu Som" 25/10/2008 - Discoteca GreenHill

Aqui e Agora SIC

Droga e Toxicodependência Hábitos que podem mudar a vida de consumidores

http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2007/videopopup2008.aspx?videoId={305A35B0-7CA6-4B19-9AC6-21C5B0B911BA